Território

Bélgica

Região Flamenga

Antuérpia

Capital cultural, cidade do diamante, porto internacional, Antuérpia, que assegura a tradição, sabe igualmente mecher com os habitos. Nesse novo milênio ela se impõe como capital da moda e de uma nova arte de viver.

Vista aérea de Antuérpia com a catedral ao centro

Vista aérea de Antuérpia com a catedral ao centro

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Brugues

"Sempre romântica" - Intacta na sua roupa medieval, Bruges é o destino romântico por excelência. Viaje de mãos dadas à descoberta dos se us prestigiosos tesouros.

Um dos canais que atravessam Bruges

Um dos canais que atravessam Bruges

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Região Valã

A cidade de Liège

Convidamos você para descobrir Liège em toda sua ri queza e diversidade, com a ajuda de um grande leque de passeios com guia. Este s passeios não são estereótipos. Todos os aspectos, a história, a arte , a geografia, a vida cotidiana, a atualidade são assuntos comentados durante os passe ios, cada guia fazendo a animação segundo o seu próprio estilo. A descoberta se torna então, como muitas coisas em Liège, um verdadeiro prazer.

Igreja de Saint-Barthélemy

Igreja de Saint-Barthélemy

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Região de Bruxelas - Capital

Bruxelas cresceu de uma fortaleza no século X, fundada por um descendente de Carlos Magno, para uma metrópole de mais de um milhão de habitantes.A área metropolitana da cidade tem uma população de mais de 1,8 milhões de habitantes, tornando-a maior da Bélgica.

Igreja de Saint-Barthélemy

Northern Quarter of Brussels - ©James Cridland

Desde o final da Segunda Guerra Mundial (1939-1945), Bruxelas é um importante centro de política internacional. A presença das principais instituições da União Europeia, bem como a sede da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN ou NATO), fez da cidade uma sede poliglota de muitas organizações internacionais, políticos, diplomatas e de funcionários públicos.

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Luxemburgo

O País

"Uma história mais que milenar" - O nome Luxemburgo surgiu pela primeira vez na história quando, por volta do ano de 963, o Conde Sigefroi trocou algumas terras por um pequeno castelo abandonado chamado “Lucilinburhuc”, situado sobre um precipício onde se encontra hoje a atual capital.

Carta de troca do ano 963

Carta de troca do ano 963

Ao longo da Idade Média, a casa do Luxemburgo soube aumentar as suas terras e ramificar o seu poder. Entre 963 e 1443, Luxemburgo era um condado autônomo, tornando-se ducado no Império Germânico.

No século XIV reis e imperadores eram descendentes da casa do Luxemburgo: Henrique VII, imperador e duque de Luxemburgo, João o Cego, Conde de Luxemburgo e rei da Boêmia, Charles IV seu filho, ao qual a cidade d e Praga devia seu esplendor, Venceslau II e Sigismundo, imperadores e reis da Boêmia.

De 1443 a 1815, data do Congresso de Viena, Luxemburgo compartilhava o mesmo destino que as províncias belgas das quais ele fazia parte: passou primeiro sob a égide da casa de Borgonha de 1443 a 1506, depois voltou aos Espanhóis de 1506 a 1684, em seguida foi incorporado à França (1684 a 1697), depois da Guerra de Sucessão da Casa da Espanha, os Austríacos tomaram posse do Ducado de Luxemburgo de 1714 a 1795, ano em que o Luxemburgo se uniu à França revolucionária. O fato de Luxemburgo ser tão cobiçado se explica pela sua posição estratégica no “tabuleiro” europeu e pela existência da sua temível fortaleza, chamada “Gibraltar do Norte".

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A Cidade de Luxemburgo e Região

Em 963 o conde ardenês Sigefroid construiu sobre o rochedo do Bock seu castelo forte, que se transformou no berço da cidade de Luxemburgo. Frente à igreja Saint-Michel ficavam os primeiros mercados, cercados por uma simples fortificação. Ao longo dos séculos, uma segunda e uma terceira fortificações f oram erguidas a oeste, enquanto as rochas dos vales do Alzette e do Pétrusse formavam uma defesa natural. Essas potentes edificações fortificadas não impediram os Borgonheses de tomar a cidade em 1443, que deteve em seguida uma posição estratégica importante no tabuleiro europeu. Durante mais de quatro séculos, os melhores engenheiros militares Borgonheses, Espanhóis, Franceses, Austríacos e da Confederação Germânica transformaram a cidade numa das fortificações mais importantes do mundo, “a Gibraltar do Norte”.

A defesa era assegurada por três cinturões fortificados: a primeira era constituída de bastiões, a segunda era composta de 15 fortes e a terceira, o recinto exterior, constituído de 9 fortes, todos talhados na rocha. Uma extraordinária rede de 23km de galerias subterrâneas - as famosas casemates – e mais de 40.000m² de abrigos anti-bombas estavam locados nos rochedos da cidade. Elas podiam abrigar não somente milhares de defensores com seus equipamentos e cavalos, mas também ateliês de artilharia e de armamento, cozinhas, padarias, abatedouros, etc...

Carta de troca do ano 963

Mapa das fortificações (Bundeswehr Military History Museum)

As fortificações tinham uma área de 180ha, enquanto a cidade propriamente dita com suas cidades baixas só contava 120ha. Após o tratado de Londres de 11 de maio 1867, assinado entre as grandes potências, as edificações foram desmanchadas e somente 10% permaneceram até a atualidade. Tanto os bastiões quanto a cidade velha, que também possui um alto interesse histórico, usufruem de um renome internacional.

Em 1994, foram inscritos na lista do Patrimônio Mundial pela UNESCO.

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