O Centro de Operação da ENGIE Brasil Energia completou esse ano uma década de atividades. A partir da estrutura localizada na sede da Companhia, em Florianópolis (SC), os operadores controlam remotamente os ativos da empresa espalhadas por diferentes regiões do país, entre hidrelétricas, solares e eólicas, além dos ativos de transmissão.
Inaugurado em 2015, o Centro começou a operar com a atividade de despacho (conjunto de instruções e ações de coordenação junto ao Operador Nacional do Sistema Elétrico/ ONS e demais agentes do sistema elétrico integrado) de 100% dos ativos de geração e, um ano depois, iniciaram-se as atividades de supervisão e controle remoto dos ativos.
A partir de 2016, foi iniciada a operação remota da Usina Hidrelétrica Ponte de Pedra, localizada na divisa entre Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, e das Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) José Gelázio da Rocha e Rondonópolis, ambas sediadas em Mato Grosso. Ano a ano, novas unidades da ENGIE também foram incorporadas ao controle remoto do Centro. Atualmente, os novos ativos já iniciam a sua operação na modalidade remota. No total, 80% dos ativos são supervisionados e controlados remotamente pelo Centro de Operação. Nos próximos anos, o Centro vai expandir ainda mais suas operações com novos projetos de geração e transmissão.
A ENGIE opera cerca de 12 GW de geração e 2.800 quilômetros de linhas de transmissão no país. “Com constante evolução tecnológica, o nosso Centro de Operações é garantia de agilidade, segurança e eficiência operacional. Não apenas supervisiona e controla nossos ativos de geração e transmissão, como também integra todos os nossos processos de operação e realiza a interface com todos os agentes do Sistema Interligado Nacional”, destaca o Country Manager da ENGIE Brasil e diretor-presidente da ENGIE Brasil Energia, Eduardo Sattamini.

